Estratégia e crescimento
Onde é que a empresa ganha dinheiro hoje, onde é que o vai ganhar em 2030 e o que é preciso mudar entre uma coisa e outra. Um plano que a direcção consegue defender linha a linha.
Trabalhamos com direcções angolanas que precisam de decidir com rigor — e de sustentar a decisão à frente do conselho, do banco e do regulador. Sem atalhos e sem adjectivos: a subida faz-se cota a cota.



Da estratégia ao imposto, do armazém ao painel de gestão. Cada prática lê a mesma empresa de um ângulo diferente — e responde à seguinte.
Onde é que a empresa ganha dinheiro hoje, onde é que o vai ganhar em 2030 e o que é preciso mudar entre uma coisa e outra. Um plano que a direcção consegue defender linha a linha.
Modelos financeiros que resistem à pergunta difícil, contas que fecham a tempo e um controlo interno que a banca e os auditores reconhecem sem discussão.
Cumprir sem pagar a mais. Mapeamos as obrigações, arrumamos o dossiê e preparamos a empresa para uma inspecção antes de ela bater à porta.
Da encomenda ao desalfandegamento, do armazém à prateleira. Descobrimos onde é que a margem se perde em Angola — e é quase sempre entre o porto e o cliente.
Organogramas que correspondem ao trabalho real, avaliação que ninguém teme e um plano de sucessão para o dia em que a pessoa insubstituível se despedir.
Painéis de gestão que a administração abre na segunda de manhã, sistemas que falam uns com os outros e processos que deixam de viver em folhas de cálculo soltas.
Ler, traçar, subir e consolidar. Sempre por esta ordem: quem salta uma cota chega ao cimo sem saber por onde veio.
Antes de propor seja o que for, medimos onde a empresa está. Ouvimos a direcção, os quadros intermédios e os números — que raramente contam a mesma história.
A rota escreve-se antes de se andar: o que muda, por que ordem, quanto custa e quem responde por cada troço. Se o traçado não convencer, não se sobe.
Estamos na obra, não no relatório. A equipa que apresentou a proposta é a que trabalha ao lado da vossa, semana a semana, até a mudança pegar.
Um mandato acaba bem quando a empresa consegue continuar sem nós. Entregamos o trabalho, formamos quem fica e dizemos também o que não resultou.
O nosso trabalho não acaba na apresentação. Acaba quando a direcção defende a decisão perante o conselho, o banco ou o regulador — e os números aguentam a pergunta seguinte.
Três formas de nos contratar, todas com sócio responsável, âmbito por escrito e o direito de parar a qualquer momento. Escolha a profundidade do acompanhamento.
Uma pergunta fechada, uma resposta escrita. Para quem precisa de uma leitura independente antes de decidir — e não de uma firma instalada em casa.
A Cimeira ao lado da direcção enquanto a mudança acontece. Para transformações que se medem em trimestres e não sobrevivem a um relatório entregue e arquivado.
Para grupos com várias empresas ou províncias, que precisam de uma leitura contínua e de alguém a quem ligar antes — e não depois — de assinar.
Honorários em kwanzas, sem IVA. Deslocações fora de Luanda facturadas ao custo. O trabalho entregue — modelos, mapas e pareceres — fica sempre com o cliente.
Conte-nos a decisão que tem em mãos. A primeira reunião não tem honorários e não obriga a nada — sai de lá com uma leitura, avancemos ou não.