Cimeira

Operações e cadeia de abastecimento

Da encomenda ao desalfandegamento, do armazém à prateleira — onde a margem se perde de facto.

Em Angola, a margem raramente se perde na negociação com o fornecedor. Perde-se entre o porto e o cliente — em dias parados, em stock a mais do que não sai e a menos do que faz falta.

Contentores empilhados num terminal portuário

O que fazemos

  • Importação e desalfandegamento — o custo real do dia parado, e onde ele se pode encurtar.
  • Compras — consolidação de fornecedores, critérios de adjudicação e o fim da compra por hábito.
  • Armazém e stock — o que ter, quanto e onde, com a rotação medida por referência.
  • Custo por unidade — o número que quase ninguém tem e que muda decisões de preço na hora.

Trabalho de terreno

Esta prática faz-se no armazém e no porto, não na sala de reuniões. Contamos, medimos e acompanhamos cargas reais — é a única forma de o número final significar alguma coisa.

O que se mede aqui alimenta os painéis de Dados e transformação digital.